
Brasília-Rio. Vôo durante a hora do almoço. Todos enfurecidos por terem almoçado uma barra de cereal e um amendoim. Eu que não sou bobo, arrisquei.
- Senhor, aceita um lanche?
- Sim, um filé mignon com fritas, por favor.
- Só temos picanha e alcatra, serve? - disse o comissário de bordo, com olhar de palhaço.
Aquela frase extraiu todos os líquidos do meu corpo para a boca, num salivar insaciável. Pela brincadeira e pelo olhar de faminto, ele me trouxe três barras de cereal e dois amendoins. Pedi mais dois depois, pra tampar o buraco do dente. Se comparado a um churrasco, diria que comi uma picanha, um pouco de pão com alho e uma costelinha de porco. Tem que alimentar a imaginação pra matar a fome, né?
Tentei arriscar uma cervejinha para relaxar (dizem que potencializa o efeito em três vezes), mas só tinha suco, água e refrigerante. Parecia até festinha de criança. Só faltava a mesa de docinhos com cenário da Galinha Pintadinha.
Após uma hora e meia de vôo, com direito a banquete aéreo, chega a hora da aterrissagem.
Desembarque no aeroporto do Galeão/RJ. Hora de pegar as malas. Vejo uma linda menina com seu carrinho, tentando chegar à esteira para pegar as bagagens (repararam que toda história tem garotas).
- Você quer ajuda para pegar a mala.
- Quero sim, por favor. - disse a morena com sotaque não-carioca.
Nossa! Além de bonita é simpática. Seu nome era Ellen. Morava em Anápolis/GO e iria ficar em Copacabana, na casa de parentes. Já eu em Ipanema, parentes também. Combinamos praia no dia seguinte. Mas não rolou. Ela foi pra Búzios dois dias depois e nunca mais nos vimos, ainda!
- Senhor, aceita um lanche?
- Sim, um filé mignon com fritas, por favor.
- Só temos picanha e alcatra, serve? - disse o comissário de bordo, com olhar de palhaço.
Aquela frase extraiu todos os líquidos do meu corpo para a boca, num salivar insaciável. Pela brincadeira e pelo olhar de faminto, ele me trouxe três barras de cereal e dois amendoins. Pedi mais dois depois, pra tampar o buraco do dente. Se comparado a um churrasco, diria que comi uma picanha, um pouco de pão com alho e uma costelinha de porco. Tem que alimentar a imaginação pra matar a fome, né?
Tentei arriscar uma cervejinha para relaxar (dizem que potencializa o efeito em três vezes), mas só tinha suco, água e refrigerante. Parecia até festinha de criança. Só faltava a mesa de docinhos com cenário da Galinha Pintadinha.
Após uma hora e meia de vôo, com direito a banquete aéreo, chega a hora da aterrissagem.
Desembarque no aeroporto do Galeão/RJ. Hora de pegar as malas. Vejo uma linda menina com seu carrinho, tentando chegar à esteira para pegar as bagagens (repararam que toda história tem garotas).
- Você quer ajuda para pegar a mala.
- Quero sim, por favor. - disse a morena com sotaque não-carioca.
Nossa! Além de bonita é simpática. Seu nome era Ellen. Morava em Anápolis/GO e iria ficar em Copacabana, na casa de parentes. Já eu em Ipanema, parentes também. Combinamos praia no dia seguinte. Mas não rolou. Ela foi pra Búzios dois dias depois e nunca mais nos vimos, ainda!